segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Primeiro dia de júri do caso Eliza é marcado por tumulto, abandono de tribuna e revelação de testemunha

O primeiro dia do julgamento do caso Eliza Samudio, no acanhado Fórum Pedro Aleixo, em Contagem (Grande Belo Horizonte), foi marcado por tumulto, abandono de defesa por parte dos advogados de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e por uma revelação de Cleiton Gonçalves, ex-motorista do goleiro Bruno, que confirmou em juízo ter ouvido de Sérgio Rosa Salles, primo do ex-atleta, que “Eliza já era”.
Arrolado pela acusação, Cleiton foi a primeira e única testemunha a depor. Questionado pelo promotor Henry Castro, ele confirmou a confissão de Salles, que teria ocorrido em 10 de junho de 2010, durante uma viagem do time de várzea do Bruno entre o Rio e Minas. O ex-motorista de Bruno já tinha citado a declaração de Salles em interrogatórios policiais, mas foi a primeira vez que confirmou em juízo. Cleiton disse ainda que Salles também lhe confidenciou ter ouvido que o corpo de Eliza Samudio havia sido jogado para os cães rotweiller do sítio de Bola. O primo de Bruno foi morto em agosto em um crime passional, segundo a Polícia Civil. Agora, Cleiton será acareado, na sessão de amanhã, com João Batista, ex-caseiro do sítio de Bruno, a pedido da Promotoria.

Tumulto e abandono.

Logo no início do julgamento, os advogados de Bruno, Rui Pimenta, e de Bola, Ércio Quaresma brigaram por causa de um lugar no plenário do júri. Quaresma chegou a dar tapinhas dos ombros de Pimenta, que revidou com um leve empurrão.  Em seguida, Quaresma implicou com a falta de estrutura do Fórum de Contagem, reclamando não haver extensões suficientes para ligar os computadores e não ter espaço para os familiares dos réus acompanharem o júri.
Durante o sorteio dos jurados, a juíza dispensou sete réus que participaram de outro júri de Marcos Aparecido, ocorrido no início do mês, no qual ele foi inocentado pela morte de um agente penitenciário. A decisão irritou Quaresma, que só se conformou após os próprios jurados pedirem dispensa do julgamento.
O defensor também questionou o fato de, segundo ele, não ter tido acesso às gravações de interrogatórios das testemunhas.
Após Quaresma rebater seus argumentos, a juíza Marixa Fabiane se irritou e disse que o advogado de Bola poderia ter feito os questionamentos quanto ao acesso às mídias anteriormente. "Tem dois anos que esse processo está em curso", disse. "Não é o juiz que vai determinar a hora que vou examinar as provas", respondeu Quaresma. "A palavra do senhor está cassada", replicou a magistrada.
O auge da confusão ocorreu quando as defesas dos acusados questionaram o tempo, de 20 minutos, concedido pela magistrada para que cada advogado apresentasse os requerimentos preliminares. Após Marixa não ceder mais tempo, Ercio Quaresma anunciou que abandonaria a tribuna, o que fez algumas horas depois, após mais tumulto.

“Não temos a menor condição de trabalhar num julgamento em que prova da defesa é cerceada já no prólogo, que dirá no epílogo”, afirmou Quaresma.

Fernando Diniz, advogado do Luiz Henrique Romão, o Macarrão, também ameaçou abandonar a defesa, mas voltou atrás. Bola não aceitou que um defensor público fosse constituído para a sua defesa, e agora seu julgamento deverá ocorrer em outra data, caso não haja nenhuma reviravolta de seus advogados.
O julgamento prosseguiu com a presença de Bruno, que disse à juíza estar “tranquilo quanto à realização do júri, Dayanne de Souza, ex-namorada do jogador, e Fernanda Castro, ex-amante do atleta, que acompanharam o júri sem algemas. Macarrão alegou não estar se sentindo bem e foi levado de volta ao presídio Nelson Hungria, após ficar alguns minutos no salão do júri.

Sorteio do júri: 

Também nesta segunda-feira foram definidos os sete jurados que decidirão o futuro dos réus. O corpo de jurados ficou definido com seis mulheres e um homem. Enquanto a defesa procurou, sem sucesso, descartar a maioria das juradas, a acusação tentou evitar a participação de homens no júri.


VEJA O O QUE SERÁ APRESENTADO NO JULGAMENTO DOS ACUSADOS

RÉU ACUSAÇÃO O QUE DIZ O MP O QUE DIZ A DEFESA
BRUNO Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver Mentor e mandante da morte de Eliza, ameaçou-a de morte durante a gravidez. O goleiro determinou que Eliza fosse sequestrada e levada a sua casa, no Rio de Janeiro. Acompanhou o deslocamento de Eliza, já sequestrada e ferida na cabeça após receber coronhadas, para Minas Nega a existência do crime. Eliza não foi morta porque não há corpo. Anteriormente, havia reconhecido a morte de Eliza, mas sem a participação, concordância ou o conhecimento do goleiro. A atribuição do crime havia sido dada a Macarrão, insinuando que o ex-braço direito nutria um “amor homossexual” pelo jogador
MACARRÃO Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado, e ocultação de cadáver Também ameaçou Eliza durante a gravidez e foi o responsável pelo sequestro da moça no Rio de Janeiro. Foi o motorista do carro, com Eliza e o filho, na viagem para Minas Gerais. Dirigiu o veículo que transportou a moça até a casa de Bola. Amarrou as mãos de Eliza e desferiu chutes nas pernas da moça Não existem provas materiais do crime de homicídio. Ele declarou que, Para evitar “especulações”, não adianta detalhes da estratégia de defesa a ser adotada
BOLA Responde pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver Executor de Eliza, estrangulou a jovem dentro de casa, em Vespasiano. Esquartejou o corpo da mulher e atirou uma das mãos a cães rottweiler. Foi incumbido de desaparecer com o corpo Nega as acusações e afirma que apresentará “prova cabal” aos jurados, durante o julgamento, da inocência de Bola
DAYANNE Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado da criança Participou da “vigilância” feita sobre Eliza e o filho no sítio do goleiro em Esmeraldas, apontado pela polícia como o cativeiro de Eliza antes de sua morte. Sabia do plano para matar a ex-amante do jogador. Tentou desaparecer com o filho de Eliza, localizado posteriormente pela polícia em Ribeirão das Neves Nega que Dayanne soubesse do plano para matar Eliza, ela apenas cuidou da criança depois de um pedido do ex-marido. Sobrevivência do filho de Eliza se deu graças a Dayanne
FERNANDA Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela Outra ex-amante de Bruno, auxiliou Macarrão a manter Eliza dentro da casa do goleiro no Rio antes da viagem para Minas. Cuidou do filho de Eliza nesse período e acompanhou Bruno e Macarrão na ida para Minas. Sabia da intenção do grupo de matar Eliza É inocente, não sabia de nenhum plano para matar Eliza. Não presenciou um cenário que remetesse ao crime atribuído a ela. A viagem a Minas Gerais com o goleiro havia sido programada um mês antes do crime. Não notou ferimentos em Eliza

Primeiro dia de júri do caso Eliza é marcado por tumulto, abandono de tribuna e revelação de testemunha

O primeiro dia do julgamento do caso Eliza Samudio, no acanhado Fórum Pedro Aleixo, em Contagem (Grande Belo Horizonte), foi marcado por tumulto, abandono de defesa por parte dos advogados de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e por uma revelação de Cleiton Gonçalves, ex-motorista do goleiro Bruno, que confirmou em juízo ter ouvido de Sérgio Rosa Salles, primo do ex-atleta, que “Eliza já era”.
Arrolado pela acusação, Cleiton foi a primeira e única testemunha a depor. Questionado pelo promotor Henry Castro, ele confirmou a confissão de Salles, que teria ocorrido em 10 de junho de 2010, durante uma viagem do time de várzea do Bruno entre o Rio e Minas. O ex-motorista de Bruno já tinha citado a declaração de Salles em interrogatórios policiais, mas foi a primeira vez que confirmou em juízo. Cleiton disse ainda que Salles também lhe confidenciou ter ouvido que o corpo de Eliza Samudio havia sido jogado para os cães rotweiller do sítio de Bola. O primo de Bruno foi morto em agosto em um crime passional, segundo a Polícia Civil. Agora, Cleiton será acareado, na sessão de amanhã, com João Batista, ex-caseiro do sítio de Bruno, a pedido da Promotoria.

Tumulto e abandono.

Logo no início do julgamento, os advogados de Bruno, Rui Pimenta, e de Bola, Ércio Quaresma brigaram por causa de um lugar no plenário do júri. Quaresma chegou a dar tapinhas dos ombros de Pimenta, que revidou com um leve empurrão.  Em seguida, Quaresma implicou com a falta de estrutura do Fórum de Contagem, reclamando não haver extensões suficientes para ligar os computadores e não ter espaço para os familiares dos réus acompanharem o júri.
Durante o sorteio dos jurados, a juíza dispensou sete réus que participaram de outro júri de Marcos Aparecido, ocorrido no início do mês, no qual ele foi inocentado pela morte de um agente penitenciário. A decisão irritou Quaresma, que só se conformou após os próprios jurados pedirem dispensa do julgamento.
O defensor também questionou o fato de, segundo ele, não ter tido acesso às gravações de interrogatórios das testemunhas.
Após Quaresma rebater seus argumentos, a juíza Marixa Fabiane se irritou e disse que o advogado de Bola poderia ter feito os questionamentos quanto ao acesso às mídias anteriormente. "Tem dois anos que esse processo está em curso", disse. "Não é o juiz que vai determinar a hora que vou examinar as provas", respondeu Quaresma. "A palavra do senhor está cassada", replicou a magistrada.
O auge da confusão ocorreu quando as defesas dos acusados questionaram o tempo, de 20 minutos, concedido pela magistrada para que cada advogado apresentasse os requerimentos preliminares. Após Marixa não ceder mais tempo, Ercio Quaresma anunciou que abandonaria a tribuna, o que fez algumas horas depois, após mais tumulto.

“Não temos a menor condição de trabalhar num julgamento em que prova da defesa é cerceada já no prólogo, que dirá no epílogo”, afirmou Quaresma.

Fernando Diniz, advogado do Luiz Henrique Romão, o Macarrão, também ameaçou abandonar a defesa, mas voltou atrás. Bola não aceitou que um defensor público fosse constituído para a sua defesa, e agora seu julgamento deverá ocorrer em outra data, caso não haja nenhuma reviravolta de seus advogados.
O julgamento prosseguiu com a presença de Bruno, que disse à juíza estar “tranquilo quanto à realização do júri, Dayanne de Souza, ex-namorada do jogador, e Fernanda Castro, ex-amante do atleta, que acompanharam o júri sem algemas. Macarrão alegou não estar se sentindo bem e foi levado de volta ao presídio Nelson Hungria, após ficar alguns minutos no salão do júri.

Sorteio do júri: 

Também nesta segunda-feira foram definidos os sete jurados que decidirão o futuro dos réus. O corpo de jurados ficou definido com seis mulheres e um homem. Enquanto a defesa procurou, sem sucesso, descartar a maioria das juradas, a acusação tentou evitar a participação de homens no júri.

VEJA O O QUE SERÁ APRESENTADO NO JULGAMENTO DOS ACUSADOS

RÉU ACUSAÇÃO O QUE DIZ O MP O QUE DIZ A DEFESA
BRUNO Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver Mentor e mandante da morte de Eliza, ameaçou-a de morte durante a gravidez. O goleiro determinou que Eliza fosse sequestrada e levada a sua casa, no Rio de Janeiro. Acompanhou o deslocamento de Eliza, já sequestrada e ferida na cabeça após receber coronhadas, para Minas Nega a existência do crime. Eliza não foi morta porque não há corpo. Anteriormente, havia reconhecido a morte de Eliza, mas sem a participação, concordância ou o conhecimento do goleiro. A atribuição do crime havia sido dada a Macarrão, insinuando que o ex-braço direito nutria um “amor homossexual” pelo jogador
MACARRÃO Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado, e ocultação de cadáver Também ameaçou Eliza durante a gravidez e foi o responsável pelo sequestro da moça no Rio de Janeiro. Foi o motorista do carro, com Eliza e o filho, na viagem para Minas Gerais. Dirigiu o veículo que transportou a moça até a casa de Bola. Amarrou as mãos de Eliza e desferiu chutes nas pernas da moça Não existem provas materiais do crime de homicídio. Ele declarou que, Para evitar “especulações”, não adianta detalhes da estratégia de defesa a ser adotada
BOLA Responde pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver Executor de Eliza, estrangulou a jovem dentro de casa, em Vespasiano. Esquartejou o corpo da mulher e atirou uma das mãos a cães rottweiler. Foi incumbido de desaparecer com o corpo Nega as acusações e afirma que apresentará “prova cabal” aos jurados, durante o julgamento, da inocência de Bola
DAYANNE Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado da criança Participou da “vigilância” feita sobre Eliza e o filho no sítio do goleiro em Esmeraldas, apontado pela polícia como o cativeiro de Eliza antes de sua morte. Sabia do plano para matar a ex-amante do jogador. Tentou desaparecer com o filho de Eliza, localizado posteriormente pela polícia em Ribeirão das Neves Nega que Dayanne soubesse do plano para matar Eliza, ela apenas cuidou da criança depois de um pedido do ex-marido. Sobrevivência do filho de Eliza se deu graças a Dayanne
FERNANDA Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela Outra ex-amante de Bruno, auxiliou Macarrão a manter Eliza dentro da casa do goleiro no Rio antes da viagem para Minas. Cuidou do filho de Eliza nesse período e acompanhou Bruno e Macarrão na ida para Minas. Sabia da intenção do grupo de matar Eliza É inocente, não sabia de nenhum plano para matar Eliza. Não presenciou um cenário que remetesse ao crime atribuído a ela. A viagem a Minas Gerais com o goleiro havia sido programada um mês antes do crime. Não notou ferimentos em Eliza

Primeiro dia de júri do caso Eliza é marcado por tumulto, abandono de tribuna e revelação de testemunha

O primeiro dia do julgamento do caso Eliza Samudio, no acanhado Fórum Pedro Aleixo, em Contagem (Grande Belo Horizonte), foi marcado por tumulto, abandono de defesa por parte dos advogados de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e por uma revelação de Cleiton Gonçalves, ex-motorista do goleiro Bruno, que confirmou em juízo ter ouvido de Sérgio Rosa Salles, primo do ex-atleta, que “Eliza já era”.
Arrolado pela acusação, Cleiton foi a primeira e única testemunha a depor. Questionado pelo promotor Henry Castro, ele confirmou a confissão de Salles, que teria ocorrido em 10 de junho de 2010, durante uma viagem do time de várzea do Bruno entre o Rio e Minas. O ex-motorista de Bruno já tinha citado a declaração de Salles em interrogatórios policiais, mas foi a primeira vez que confirmou em juízo. Cleiton disse ainda que Salles também lhe confidenciou ter ouvido que o corpo de Eliza Samudio havia sido jogado para os cães rotweiller do sítio de Bola. O primo de Bruno foi morto em agosto em um crime passional, segundo a Polícia Civil. Agora, Cleiton será acareado, na sessão de amanhã, com João Batista, ex-caseiro do sítio de Bruno, a pedido da Promotoria.

Tumulto e abandono.

Logo no início do julgamento, os advogados de Bruno, Rui Pimenta, e de Bola, Ércio Quaresma brigaram por causa de um lugar no plenário do júri. Quaresma chegou a dar tapinhas dos ombros de Pimenta, que revidou com um leve empurrão.  Em seguida, Quaresma implicou com a falta de estrutura do Fórum de Contagem, reclamando não haver extensões suficientes para ligar os computadores e não ter espaço para os familiares dos réus acompanharem o júri.
Durante o sorteio dos jurados, a juíza dispensou sete réus que participaram de outro júri de Marcos Aparecido, ocorrido no início do mês, no qual ele foi inocentado pela morte de um agente penitenciário. A decisão irritou Quaresma, que só se conformou após os próprios jurados pedirem dispensa do julgamento.
O defensor também questionou o fato de, segundo ele, não ter tido acesso às gravações de interrogatórios das testemunhas.
Após Quaresma rebater seus argumentos, a juíza Marixa Fabiane se irritou e disse que o advogado de Bola poderia ter feito os questionamentos quanto ao acesso às mídias anteriormente. "Tem dois anos que esse processo está em curso", disse. "Não é o juiz que vai determinar a hora que vou examinar as provas", respondeu Quaresma. "A palavra do senhor está cassada", replicou a magistrada.
O auge da confusão ocorreu quando as defesas dos acusados questionaram o tempo, de 20 minutos, concedido pela magistrada para que cada advogado apresentasse os requerimentos preliminares. Após Marixa não ceder mais tempo, Ercio Quaresma anunciou que abandonaria a tribuna, o que fez algumas horas depois, após mais tumulto.

“Não temos a menor condição de trabalhar num julgamento em que prova da defesa é cerceada já no prólogo, que dirá no epílogo”, afirmou Quaresma.

Fernando Diniz, advogado do Luiz Henrique Romão, o Macarrão, também ameaçou abandonar a defesa, mas voltou atrás. Bola não aceitou que um defensor público fosse constituído para a sua defesa, e agora seu julgamento deverá ocorrer em outra data, caso não haja nenhuma reviravolta de seus advogados.
O julgamento prosseguiu com a presença de Bruno, que disse à juíza estar “tranquilo quanto à realização do júri, Dayanne de Souza, ex-namorada do jogador, e Fernanda Castro, ex-amante do atleta, que acompanharam o júri sem algemas. Macarrão alegou não estar se sentindo bem e foi levado de volta ao presídio Nelson Hungria, após ficar alguns minutos no salão do júri.

Sorteio do júri: 

Também nesta segunda-feira foram definidos os sete jurados que decidirão o futuro dos réus. O corpo de jurados ficou definido com seis mulheres e um homem. Enquanto a defesa procurou, sem sucesso, descartar a maioria das juradas, a acusação tentou evitar a participação de homens no júri.

VEJA O O QUE SERÁ APRESENTADO NO JULGAMENTO DOS ACUSADOS

RÉU ACUSAÇÃO O QUE DIZ O MP O QUE DIZ A DEFESA
BRUNO Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver Mentor e mandante da morte de Eliza, ameaçou-a de morte durante a gravidez. O goleiro determinou que Eliza fosse sequestrada e levada a sua casa, no Rio de Janeiro. Acompanhou o deslocamento de Eliza, já sequestrada e ferida na cabeça após receber coronhadas, para Minas Nega a existência do crime. Eliza não foi morta porque não há corpo. Anteriormente, havia reconhecido a morte de Eliza, mas sem a participação, concordância ou o conhecimento do goleiro. A atribuição do crime havia sido dada a Macarrão, insinuando que o ex-braço direito nutria um “amor homossexual” pelo jogador
MACARRÃO Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado, e ocultação de cadáver Também ameaçou Eliza durante a gravidez e foi o responsável pelo sequestro da moça no Rio de Janeiro. Foi o motorista do carro, com Eliza e o filho, na viagem para Minas Gerais. Dirigiu o veículo que transportou a moça até a casa de Bola. Amarrou as mãos de Eliza e desferiu chutes nas pernas da moça Não existem provas materiais do crime de homicídio. Ele declarou que, Para evitar “especulações”, não adianta detalhes da estratégia de defesa a ser adotada
BOLA Responde pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver Executor de Eliza, estrangulou a jovem dentro de casa, em Vespasiano. Esquartejou o corpo da mulher e atirou uma das mãos a cães rottweiler. Foi incumbido de desaparecer com o corpo Nega as acusações e afirma que apresentará “prova cabal” aos jurados, durante o julgamento, da inocência de Bola
DAYANNE Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado da criança Participou da “vigilância” feita sobre Eliza e o filho no sítio do goleiro em Esmeraldas, apontado pela polícia como o cativeiro de Eliza antes de sua morte. Sabia do plano para matar a ex-amante do jogador. Tentou desaparecer com o filho de Eliza, localizado posteriormente pela polícia em Ribeirão das Neves Nega que Dayanne soubesse do plano para matar Eliza, ela apenas cuidou da criança depois de um pedido do ex-marido. Sobrevivência do filho de Eliza se deu graças a Dayanne
FERNANDA Responde pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela Outra ex-amante de Bruno, auxiliou Macarrão a manter Eliza dentro da casa do goleiro no Rio antes da viagem para Minas. Cuidou do filho de Eliza nesse período e acompanhou Bruno e Macarrão na ida para Minas. Sabia da intenção do grupo de matar Eliza É inocente, não sabia de nenhum plano para matar Eliza. Não presenciou um cenário que remetesse ao crime atribuído a ela. A viagem a Minas Gerais com o goleiro havia sido programada um mês antes do crime. Não notou ferimentos em Eliza

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Piancoense que manteve mulher refém se entrega após duas horas de negociação.


Um homem identificado apenas por “Lula Cabral”, empresário em João Pessoa, natural de Piancó, decidiu liberar após 2h, sua esposa e filha do cárcere privado que as mantinha. A residência fica localizada na Avenida Bahia, localizada no bairro dos Estados. Segundo informações preliminares, o advogado da família esteve presente e conseguiu convencer Lula de se entregar à Polícia e libertar as reféns. Policias da Rotam, do Gate e da Força Tática estiveram no local, durante toda a negociação, que acabou com um final feliz. Todos foram encaminhados à delegacia para providências. A motivação do ato não foi revelada, mas uma das hipóteses é de ‘crime passional’. Após 2h de negociação com a polícia, Lula resolveu se entregar.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

STJD zomba de pedido do Palmeiras, e resultado de jogo contra o Internacional é mantido

O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) frustrou, com certa ironia, os planos do Palmeiras de conseguir disputar uma nova partida contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. Em sessão do Pleno nesta quinta-feira, os membros do tribunal julgaram improcedente o pedido de impugnação do jogo ao descartar influência externa para determinar a decisão da equipe de arbitragem em anular o gol de Hernán Barcos, em lance com a mão. Com isso, a vitória colorada por 2 a 1, conquistada no Beira-Rio, no dia 27 de outubro, está mantida. O Internacional se mantém com 51 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro. O time colorado ocupa a sexta colocação do torneio. O Palmeiras, por sua vez, fica com 33 pontos, na 18ª colocação. Na zona de rebaixamento, a equipe de Barcos tem mais quatro jogos para tirar sete pontos de diferença e tentar escapar da queda para a segunda divisão.

ÁRBITRO ANULA GOL DE MÃO DE BARCOS APÓS CONSULTORIA E CRIA POLÊMICA.

"O máximo que o Palmeiras deveria ter pedido, era a validação do gol, e não sua anulação. Esse pedido é um absurdo, se isso acontecer tem que pegar o boné e ir embora", ironizou o procurador geral do STJD, Paulo Schmitt. "Se essa partida for remarcada, quem vai apitar? Vai ser portão fechado? Porque vai dar morte. Anular uma partida é um absurdo". Em julgamento por vezes tenso, a primeira prova apresentada pelo Palmeiras foi a transmissão do jogo da TV Bandeirantes. O trecho do vídeo traz relato da repórter Tayná Rodrigues. Ela comenta que o delegado do jogo perguntou aos jornalistas se o lance havia sido de mão. O Internacional rebateu com áudio e imagens da TV Globo da partida, em que não existem comentários nesse sentido.  Logo em seguida, Barcos foi chamado à sala do tribunal para explicar o lance anulado. O argentino confirmou que tocou com a mão na bola, após falta do zagueiro colorado Índio. O atleta negou ter marcado de forma intencional e disse não ter ouvido o árbitro pedir ajuda externa para definir a anulação, pois manteve distância da confusão por estar pendurado.
O árbitro Francisco Carlos Nascimento ocupou o lugar de Barcos e foi questionado de forma dura pelo advogado do Palmeiras. O juiz confirmou erro por ter validado o lance em um primeiro momento. Em seu relato, ele diz que quatro árbitro – doze segundos depois – o informou sobre o gol marcado de forma ilegal. A demora em recomeçar o jogo, segundo Nascimento, aconteceu por causa da sua tentativa em saber o jogador que colocou a mão na bola. O quarto árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima apenas corroborou a versão do juiz principal da partida entre Internacional e Palmeiras. O delegado do duelo, Gerson Baluta, também falou sobre o lance. Com direito a ironia para explicar a distância em que estava para o polêmico lance, ele descartou ter tido influência na decisão da equipe de arbitragem em anular o gol de Barcos.
"Se alguém tiver imagem em que eu esteja a menos de dez metros dessa repórter, quero ver", disse ele.

Após uma pausa, o julgamento foi retomado e o advogado do Palmeiras usou o lado emocional para tentar convencer Zveiter da idoneidade de Taynah Espioza. "Ela é, inclusive, gaúcha, sobrinha do ex-técnico Espinosa, que treinou o meu Botafogo e o seu Botafogo", disse José Mauro Couto, para depois continuar. "Porque que o delegado do jogo apareceu tanto? A imprensa estava louca? Ela não tinha nenhum interesse no caso, e merece muito mais credibilidade que os depoimentos do delegado e do árbitro aqui hoje, que pretendem negar qualquer erro que possam ter tido".
  Para se defender, o advogado do Internacional, Daniel Cravo, explicou que o Palmeiras não respeitou alguns procedimentos legais na hora de apresentar provas e ainda lembrou que outros clubes estavam interessados naquela decisão. Por fim, ele desqualificou os argumentos do advogado palmeirense.  "É quase uma leviandade dizer que três profissionais vieram aqui mentir (em relação ao delegado e árbitros), em troca de aceitarmos notícia da imprensa. Poderia trazer aqui 400 outras notícias que diriam outra coisa a respeito do fato", afirmou Daniel Cravo.  Por fim, foi a vez dos membros do STJD confirmarem que a vitória nos bastidores seria do Internacional. "Tanto não houve influência externa que, após cinco minutos, mesmo com toda a imprensa sabendo quem marcou o gol de mão, a arbitragem não teve conhecimento disso", afirmou Paulo Schmitt.
Entenda o caso:

O gol de mão de Hernán Barcos na partida entre Internacional e Palmeiras, no dia 27 de outubro, gerou uma grande confusão. O Palmeiras pediu a anulação do resultado – derrota por 2 a 1 – ao argumentar que o delegado da partida, Gerson Baluta, usou ajuda eletrônica externa para dar a informação ao trio de arbitragem, liderado porFrancisco Carlos Nascimento, de que o atacante argentino havia tocado com a mão na bola para empatar a partida.
O gol foi anulado após muita discussão no gramado do Beira-Rio, com mais de seis minutos de conversa tensa entre jogadores e arbitragem – no primeiro momento, o juiz confirmou o empate em 2 a 2. O Palmeiras reagiu à decisão final e levou a partida para os tribunais. O STJD acatou o protesto legal e pediu que a CBF suspendesse a vitória do Internacional até que o caso fosse julgado. Apesar de todos os incidentes durante a partida, Francisco Carlos Nascimento afirmou que "nada houve de anormal" no confronto entre Internacional e Palmeiras, em relato na súmula.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Delegado confirma que irmã de Hulk foi vítima de sequestro na Paraíba

Angélica Aparecida Vieira estava desaparecida desde segunda-feira. O delegado regional da Polícia Civil em Campina Grande, Marcos Paulo Vilela, confirmou nesta terça-feira (6) que a irmã mais nova do atacante Hulk foi vítima de um sequestro na cidade. Ela estava desaparecida desde o início da tarde desta segunda. Por volta das 12h (horário de Brasília) desta terça, a jovem foi vista entrando dentro da casa dos pais no bairro Alto Branco.  O delegado Marcos Paulo Vilela informou que a jovem foi ouvida pela polícia na residência. Ele disse ainda que os detalhes do caso só serão divulgados durante uma entrevista coletiva marcada para às 10h (horário de Brasília) desta quarta-feira (7).  Segundo a polícia, Angélica Aparecida Vieira, de 22 anos, estava no carro de um amigo, em frente a um restaurante no bairro do Catolé, quando foi levada por criminosos por volta das 14h de segunda.   Hulk, que joga atualmente no Zenit, permaneceu na Rússia, por orientação policial, segundo o assessor do atleta, Acaz Felleger. Ainda de acordo com o assessor, ele não quis comentar o caso. O jogador apenas agradeceu o apoio dado à família. No dia do sequestro, Hélio Pereira da Silva, amigo de Angélica, disse em depoimento que o carro foi deixado no local da abordagem. Silva passou mal e chegou a ser levado para o hospital Pedro I. Ele passou por exames e recebeu alta.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Irmã de jogador Hulk desaparece em Campina Grande, diz polícia

Colega da jovem disse à polícia que ela foi levada de dentro de veículo. Carro da vítima teria sido deixado no local da abordagem. A irmã mais nova do jogador de futebol da Seleção Brasileira Givanildo Vieira de Sousa, o Hulk, Angélica Aparecida Vieira, de 22 anos, está desaparecida desdo o início d tarde desta segunda-feira (5). Segundo a polícia, ela estava em um carro com um amigo, Hélio Pereira da Silva. Após estacionar, ele desceu e se afastou do veículo, mas viu quando a jovem foi abordada e levada por criminosos. O rapaz afirmou que estava junto com ela no momento em que foram abordados. Segundo a polícia, Silva disse que o carro foi deixado no local da abordagem, no bairro do Catolé. A informação foi confirmada pelo Centro Integrado de Operações Policiais de Campina Grande (Copom). A Polícia Militar informou que os criminosos ainda não entraram em contato com a família. Segundo a polícia, o amigo da jovem entrou em estado de choque e foi levado para o hospital Pedro I, onde passou por exames e foi liberado em seguida. O pai do jogador Hulk esteve durante toda a tarde na delegacia de Campina Grande. Na casa do atleta, a movimentação de parentes e amigos foi intensa. Nas redes sociais, amigos de Angélica estão divulgando uma foto da garota e pedindo que a população de Campina Grande ajude a localizá-la. O delegado da Polícia Civil Henri Fábio está reponsável pelo caso. Por telefone, ele confirmou ao G1 que está à frente do caso, mas informou que não pode adiantar nada sobre buscas e investigações. Hulk joga pela Seleção Brasileira e no time Zenit, em São Petesburgo, na Rússia. De acordo com o responsável pela escolinha de futebol que o jogador mantém em Campina Grande, o jogador já está sabendo do caso. Os pais e os seguranças da família já estão reunidos com a polícia.
 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Resgate do passado faz uma homenagem aos puxa saco


Adriano falta pela 6ª vez no Fla após noite em churrascaria e pede dispensa até 3ª


Adriano voltou a causar problemas para o Flamengo nesta sexta-feira. Após se ausentar do treino da última quinta, o atacante faltou mais uma vez a uma atividade marcada pelo rubro-negro no CT Ninho do Urubu. Agora, a justificativa oficial do clube é que o Imperador alegou problemas pessoais e pediu para ser liberado dos compromissos até a próxima terça-feira, dia 6 de novembro. E apesar de alegar problemas pessoais para pedir liberação ao Flamengo, Adriano parecia não ter muitas preocupações na noite da última quinta-feira, após mais uma falta. O jogador esteve em uma churrascaria na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, acompanhado de amigos e com um sorriso estampado no rosto. O Imperador comeu bastante, mas não ingeriu nenhum tipo de bebida alcoólica e deixou o local por volta de 1h, já na madrugada desta sexta.
AS FALTAS DE ADRIANO NO FLA EM 2012
29 de agosto Em cima do horário do treino, Adriano avisou que não iria ao Ninho do Urubu
3 de setembro Adriano não apareceu no treino e foi visto em churrasco na favela Vila Cruzeiro
29 de setembro Após passar noite em boate, Adriano faltou a treino e mandou SMS para Zinho
23 de outrubro Adriano não compareceu à academia para trabalho de musculação
1º de novembro Adriano faltou ao treino marcado para jogadores não relacionados na quarta
E mesmo com o pedido de liberação, ao menos as ausências da atividades destes próximos dias serão tratadas pelo rubro-negro como caso de indisciplina, já que Adriano não apresentou qualquer justificativa para não ir ao treino e só entrou em contato com o diretor executivo de futebol do clube, Zinho, no final da noite de quinta.  A ausência de Adriano nesta sexta-feira é a sexta do jogador em um período de pouco mais de 100 dias desde que retorno ao clube da Gávea, em 22 de agosto. Em outras oportunidades, o jogador foi advertido e o clube disse que não iria tolerar novos deslizes em seu comportamento. Agora, com a nova falta, o futuro do Imperador mais do que nunca passa a ser uma incógnita. Uma rescisão de contrato não está descartada, mas Zinho disse que só irá se pronunciar após conversar com o jogador e escutar suas justificativas para o novo episódio.

sábado, 27 de outubro de 2012

Igaracy uma cidade que tinha e hoje não tem.

Tinha uma MATERNIDADE e hoje não tem.
Tinha um MATADOURO PUBLICO e hoje não tem.
Tinha uma CAMPO DE FUTEBOL e hoje não tem
Tinha uma PRAÇA com espaço livre pra caminhar e hoje não.
Tinha uma QUADRA DE ESPORTES no centro da cidade e hoje foi demolida acabando com os sonhos de muitos desportistas. Tudo isso e muito mais tinha na cidade e hoje não tem. Destruiram o matadouro publico e agora a quadra de esportes do centro da cidade que ambos foram construidos há muitos anos. Tudo isso não deixa de sedr uma grande vergonha para aqueles que representam o povo da cidade, que deixaram que isto acontecesse, pois a quadra de esportes foi uma das primeiras obras que foram construídas na cidade, todos nós sabemos o valor histórico que tem esta quadra de esportes. Agora todos se perguntam será que não teria outro local mais apropriado para alocar o comercio de bebidas alcooolicas. Sabemos que teria sim outro espaço, por exemplo, o mercado abandonado e muitos outros lugares e não destruir, a onde muitos praticaram modalidade esportivas e hoje o que estamos vendo é entulho no local, será que aqueles que ali jogaram suas peladas campeonatos de futsal,seus vôlei e muitas se divertiram em festas dançantes, não estão tristes inclusive o titular deste blog que ali joguei futebol ali participei de campeonatos, e não só eu como outros desportistas ate aqueles que não são desportistas não ficaram satisfeitos com essa demolição. Uma pergunta há de se fazer. Porque não foi feita uma consulta popular, ou seja, que a população pudesse opinar dando o seu voto a favor ou contra a demolição da quadra de esportes.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Truculência levada ao extremo.

Acabei de ler e ver no blog Hugoigaracy a quadra de esporte totalmente demolida.  Vou definir essa atitude em poucas palavras. Destruir é melhor do que fazer. Nota 10 ao Prefeito.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Do blog Hugoigaracy. Eleição para Presidente da Câmara já movimenta os bastidores políticos.

Vários vereadores recém-eleitos estão colocando os seus nomes para concorrer à presidência da Câmara Municipal de Igaracy, no Vale do Piancó. A disputa vem movimentando os bastidores da política e ainda pode trazer surpresas na composição da mesa diretora da Casa José Harmando de Souza para o biênio 2013/2014.  vereador Geraldo Antas (PMDB) é um dos prováveis candidatos, ele já vem correndo atrás de apoios para sua candidatura. Já o Vereador Rivaldo Araújo (PTB) também se apresenta como um dos prováveis nomes na disputa. Os dois citados acima fazem parte do mesmo grupo político, grupo do atual prefeito Celino, e isso pode dificultar a eleição de ambos já que o grupo já parte rachado na disputa. A não ser que Geraldo Antas e Rivaldo façam uma dobradinha e um dos dois abra mão da cabeça da chapa. Ainda neste grupo, o Vereador eleito Genival Almeida (PSDB) pode surpreender Geraldo Antas e Rivaldo e se lançar como candidato, já que o mesmo é conhecido na cidade como o homem de confiança do filho do Prefeito, o Galego. Por outro lado, a Prefeita eleita Deusinha (PSB) deve ter todo interesse de eleger como Presidente um dos Vereadores eleito por seu partido, no caso Geraldo Regina ou Zé Filho. Com a vitória de um Vereador do PSB na Presidência da Câmara, a Prefeita eleita garantiria em tese uma boa harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo, não que com a vitória de um Vereador de outro Partido isso não seja possível acontecer, mais com a Lei da Fidelidade Partidária o PSB garantiria que isso acontecesse.  Mais por fora ainda correm os Vereadores Damião Clementino (PSD) esse eleito em primeiro lugar, Jorge de Baica (PSDB) e Etinho (PDT), este ultimo conhecido como um dos principais articuladores nas eleições da Câmara, até pela experiência de seus seis mandatos.  O que de certo se sabe, é que nada ainda certo está, e de tantos nomes cotados e preferíveis para ganhar a eleição da Casa José Harmando de Sousa, Wiliam a surpresa da eleição poderá até mesmo surpreender mais uma vez e comandar a presidência da Câmara de Igaracy no próximo biênio.  Espera-se apenas que aquele que assumir a cadeira de Presidente da Casa José Harmando de Sousa, tenha o mesmo respeito que a atual mesa diretora está tendo com o dinheiro público.   

sábado, 20 de outubro de 2012

Horário de verão começa neste domingo.

Brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e o Estado do Tocantins irão adiantar seus relógios em uma hora. Mudança segue até o dia 17 de fevereiro de 2013

A partir de domingo (21), brasileiros que vivem nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e o Estado do Tocantins terão de adiantar seus relógios em uma hora. A data está marcada para o início do horário de verão, que vai até 17 de fevereiro de 2013. Segundo informações do Ministério de Minas e Energia, durante a vigência do horário diferenciado, está prevista uma redução média de 5% no consumo no horário de pico, que vai das 18h às 21h.
Horário de verão deve economizar R$ 280 milhões, avalia ONS.
Horário de verão seguirá até o dia 17 de fevereiro de 2013. Na foto, amanhecer no Rio de Janeiro. O horário de verão é adotado em função do aumento da demanda por energia nessa época do ano, resultante do calor e do crescimento da produção da indústria com a aproximação do Natal. O Norte e Nordeste não aderem à mudança porque o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avaliou que a economia nesses mercados é pouco expressiva, e não justifica a participação.   Os Estados do Norte e Nordeste não aderem ao horário porque sua posição geográfica não favorece um aproveitamento maior da luz natural no verão, como ocorre nas demais áreas. Por estarem mais próximos da linha do Equador, nesses locais incidem menos raios de luz ao longo do dia nos meses de verão.  A Bahia, que era o único Estado do Nordeste que participava, decidiu não aderir ao horário de verão devido ao alto grau de rejeição da população . A exclusão atenderia a um pedido dos baianos que estariam preocupados com a violência. O decreto publicado no Diário Oficial incluiu o Estado de Tocantins na abrangência do novo horário. 
Economia: A aplicação do horário de verão representará economia de R$ 280 milhões no período 2012-2013, segundo avaliação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A previsão diz respeito à redução de contratação de valores junto às usinas geradoras termelétricas.   As estimativas do órgão são de economia entre 4% e 4,5% da demanda para o horário de pico, entre 18h e 21h, nos 119 dias em que durará a alteração, ao passo que o Ministério das Minas e Energia e o professor Reinaldo Castro Souza, do Departamento de Engenharia Elétrica do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeir, estimam economia entre 5% e 5,5%.  Segundo o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, a medida terá repercussão financeira ao consumidor, pois diminui os custos de operação e reflete sobre o valor pago pela energia. A conta do impacto, porém, não é direta. Os valores de contratação oscilam e a compra de energia é feita primeiro entre as geradoras com preços mais baixos. Acostumando com a mudança:Como ocorre todo ano, há aqueles que não gostam da ideia de perder uma hora de sono. A boa notícia, porém, é que os transtornos podem ser atenuados com pequenas mudanças na alimentação e no horário de ir dormir.
De acordo com Luciano Capelli, fisiologista do Centro de Medicina da Atividade Física da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o corpo leva de uma a duas semanas para se adaptar à nova rotina. "Algumas pessoas sofrem mais, outras menos. O ideal é tentar condicionar o corpo a dormir um pouco mais cedo", explica Capelli. Uma outra dica do médico que pode ajudar na adaptação do organismo ao novo horário é evitar o consumo de alimentos e bebidas que contenham substâncias estimulantes, como café, chás com cafeína (como o preto) e chocolate, entre outros.  "À noite, para ajudar a dormir, a pessoa pode tomar um copo de leite quente, que tem tripotano, um a

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Pai mais velho do mundo tem outro filho e diz fazer sexo três vezes por noite

Aos 96 anos, Ramjit Raghav é o pai mais velho do mundo. Em 2010, aos 94 anos, o indiano Ramjit Raghav foi considerado o pai mais velho do mundo, quando engravidou sua mulher, Shakuntala, na época com 52 anos. Dois anos depois, aos 96, ele repete o feito e há um mês ganhou mais um filho. “O que posso fazer? Este é todo o desejo de Deus. Ele queria que eu tivesse outro filho”, disse o morador da cidade de Hayana, que fica a 31 quilômetros de Nova Delhi. Conforme os jornais locais, quando sua mulher deu à luz a mais um menino saudável no hospital público da cidade, os médicos riram ao saber quem era o pai. “Eles riam, pois ficaram muito surpresos”, disse Ramjit.  Para o agricultor, que deseja que os filhos Karamjit e Ramjit sejam altos funcionários do governo da Índia, o segredo de seu  “sucesso” está em seu “trabalho duro”, que chega a causar inveja na vizinhança. “Eu faço sexo três ou quatro vezes por noite. Meu vizinhos estão com inveja e eles me perguntam qual o meu segredo. Eu lhes digo que é a vontade de Deus. Sou saudável e gosto do sexo com minha esposa. Acho que é importante para um casal ter sexo regularmente”, dá a dica.  O paizão ainda conta que mantém em seu cardápio diário amêndoas, manteiga e leite, coisas que, ele acredita, ajuda-lo a se manter sexualmente ativo. “Eu me importo com minha esposa e lhe dou tudo o que precisa. Ela é uma mulher muito feliz”,

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Ex-governador do DF, Arruda se diz vítima de vingança e chantagem


O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido), acusado de comandar um esquema de compra de apoio parlamentar que ficou conhecido como “mensalão do DEM”, afirmou nesta terça-feira (16), em depoimento à Justiça do DF, que é alvo de vingança e chantagem por parte de Durval Barbosa, operador do esquema e delator do escândalo.Quando Arruda foi eleito governador nas eleições de 2006, Barbosa passou, segundo o político, a exigir que voltasse a assumir o mesmo cargo que ocupara na gestão anterior, de Joaquim Roriz (PMDB na época), o de diretor da Codeplan (Companhia de Planejamento do Distrito Federal). No entanto, embora “tivesse o desejo de obter o apoio de deputados ligados ele”, Arruda afirma que, em razão de suspeita de desvio de dinheiro, decidiu dar apenas um cargo de assessor, “sem gestão e sem ordenação de despesas”. “Fica muito claro que, contrariando os interesses não apenas dele, urdiu-se a estratégia vitoriosa de me tirar do governo e das eleições de 2010”, disse Arruda. O ex-governador acrescentou que “esse ato de vingança continua” até hoje e investigações do Ministério Público “chegaram à conclusão que tentaram me chantagear”. “Eu reafirmo que, se eu tivesse cedido às chantagens para ele fazer no meu governo o que fazia antes e faz até hoje, eu provavelmente não estaria sofrendo o que estou sofrendo”, acrescentou Arruda, rejeitando que preferia abrir mão.  Arruda, que na época era do DEM, é acusado de encabeçar um esquema de compra de apoio parlamentar no Distrito Federal que ficou conhecido como “mensalão do DEM”. Na ação civil que corre na 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, o ex-governador é acusado de fazer pagamentos à deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada numa gravação de vídeo recebendo dinheiro vivo das mãos de Barbosa. O vídeo foi gravado em 2006, mas revelado em março de 2011.  O processo é um dos resultantes da operação Caixa de Pandora, deflagrada pela Polícia Federal em novembro de 2009. Arruda também responde a uma ação penal em que outros 36 réus são acusados de participação no esquema, incluindo seu ex-vice Paulo Otávio, deputados e empresários. Os pagamentos teriam ocorrido durante a campanha eleitoral de 2006 e na gestão de Arruda como governador (2007-2010).  Quando o escândalo veio à tona, o DEM ameaçou expulsá-lo do partido, mas Arruda se antecipou e deixou o partido. O TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal), então, cassou o seu mandato por infidelidade partidária no último ano do seu governo. Arruda chegou ainda a ser preso por conta da tentativa de subornar uma testemunha.  “Arrasaram com a minha vida, acabaram com a minha carreira política e com minha imagem, mas não cedi à chantagem desses bandidos”, disse Arruda com a voz embargada, lançando olhares a Jaqueline, que assiste ao seu depoimento na primeira fila da sala de audiência.  Arruda também aparece em um vídeo recebendo um volume das mãos de Durval Barbosa, que afirma ser dinheiro. O ex-governador, no entanto, disse que laudos da Polícia Federal e as perícias contratadas pela defesa dele confirmaram que não se tratava de dinheiro.  Indagado pelo juiz o que o volume conteria, Arruda se absteve de responder e disse que preferia aguardar o laudo da PF a ser anexado no processo. “Eu não vou sair do laudo da Polícia Federal”, disse. “Nem metade da missa veio ainda.”  Até então calma, a audiência teve um momento de tensão quando os advogados de defesa de Arruda e de Barbosa bateram boca. A advogada Margareth Maria de Almeida, que defende Durval, reclamou da troca de olhares entre Nélio Machado, um dos defensores de Arruda, com o ex-governador durante o seu depoimento. “Trata-se de um delírio. Repudio e repilo a declaração da colega”, reagiu Machado, que, exaltado, repetia: “É uma ofensa pessoal. Contenha-se, contenha-se, contenha-se. O Ministério Público está presente. Quero saber se alguém do Ministério Público detectou um comportamento inadequado?”      A advogada rebateu e disse que gostaria que a observação dela constasse do registro da audiência. Durval disse ao juiz que ele e Arruda frequentavam com frequência a casa um do outro e que, quando contou ao ex-governador que o dinheiro do esquema estava sendo guardado na casa da ex-sogra dele, Arruda ficou desesperado.  “Ele se assustou quando descobriu que o dinheiro estava sendo guardado pela minha ex-sogra. Ele ficou desesperado.    [Arruda] Disse que coisa que mulher sabe, mais gente vai saber”, afirmou Durval. Arruda também negou saber do recebimento dos valores pagos a parlamentares que teriam sido flagrados --Durval chegou a divulgar vídeos de vários deputados distritais recebendo dinheiro (assista a um dos vídeos abaixo).  “Eu fui senador, fui deputado. Nunca vi isso. Nunca chegou (ao meu conhecimento). No meu governo,nenhum deputado me pediu dinheiro”.  Houve novo bate-boca na audiência, desta vez entre o representante do Ministério Público, o promotor Sérgio Bruno Fernandes, e Arruda. Indagado sobre uma frase que o ex-governador disse em uma entrevista à imprensa no passado que "havia despesas mensais com candidatos", o promotor disse: "O sr. pode responder ou não responder, mas enrolar não pode."  "Essa pressão é descabida", reagiu o advogado de Arruda. "Eu quero responder às perguntas. Eu passei três anos escutando", respondeu Arruda. Segundo ele, o que houve foi despesa mensal com candidatos somente durante a campanha eleitoral. O ex-governador se queixa ainda de as fitas divulgadas por Durval terem passado por edição.   
Jaqueline nega irregularidade. Também depuseram na audiência desta terça os outros três réus que fazem parte desta ação civil. Barbosa confirmou ao juiz Alvaro Ciarlini que entregou, no total, R$ 100 mil, em três vezes, para Jaqueline durante a campanha dela ao cargo de deputada distrital. Segundo Barbosa, Jaqueline esteve presente em duas dessas ocasiões. Também foram fornecidos um computador e um rádio Nextel para a campanha de Jaqueline. O esquema era abastecido com propina paga por uma empresa de informática que mantinha diversos contratos com o governo do Distrito Federal. No seu depoimento nesta terça-feira, Jaqueline negou que houvesse irregularidade no recebimento do dinheiro e disse ter ficado surpresa quando o escândalo veio à tona. Segundo ela, os recursos seriam destinados a sua campanha. “Ele [Durval] se equivocou na parte em que disse que eu recebi o dinheiro em troca de apoio ao Arruda”, afirmou Jaqueline, acrescentando que fazia parte da base aliada, mas tinha liberdade para agir com “independência”. Segundo ela, durante a campanha eleitoral em 2006, ela já havia formalizado seu apoio à candidata adversária de Arruda, Maria de Lurdes Abadia, mas acabou cedendo o seu apoio por “pressão” do seu partido. Em troca, Jaqueline pôde indicar o administrador da cidade de Samambaia, além de “20 e poucas pessoas” para cargos na administração. O marido dela, Manoel Costa de Oliveira Neto, flagrado no vídeo guardando o dinheiro entregue por Durval em uma mochila, também é réu no processo e prestou depoimento.

domingo, 14 de outubro de 2012

Nego meu voto. Primeira dama da Paraiba prega voto nulo.

A derrota da candidata do PSB à prefeitura de João Pessoa, Estela Isabel, decepcionou de tal forma a primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório (foto), que ela passou a pregar o voto nulo. Diz a bela no Twitter: “Nem o PSDB da confraria, muito menos o PT do mensalão. João Pessoa tem memória e também tem opção! Neles não, nulo sim”. O governador Ricardo Coutinho também não apoiará nem o tucano Cícero Lucena nem o petista Luciano Cartaxo, mas ainda não aderiu à campanha encabeçada por sua mulher.

sábado, 13 de outubro de 2012

Acidente nos Andes em que jogadores de rúgbi comeram carne humana completa 40 anos


Canibalismo, suportar por meses temperaturas de até -30º C sem roupas apropriadas ou esperança de resgate são alguns dos elementos da história conhecida como o ‘Milagre dos Andes’, que continua fascinando o mundo após 40 anos, lembrados neste sábado, com a presença, em Santiago do Chile, dos 16 sobreviventes, alguns deles jogadores de um time de rúgbi uruguaio. O impacto de sobreviver ao famoso desastre acidente aéreo sobre a Cordilheira dos Andes inspirou nada menos que 13 deles a compartilhar a experiência em palestras motivacionais, nas quais mostram que sua experiência de ultrapassar os limites físicos e mesmo da lógica – racionalmente as chances de sobrevivência sob condições tão adversas pareciam mais um delírio do que um plano coerente – pode ser aplicada em outras situações de vida (veja tabela abaixo).  “Dizem que esta é história de sobrevivência mais importante da humanidade, porque foi protagonizada por gente comum, não éramos superdotados, preparados” disse Carlos Paez ao UOL Esporte.  “Quando se vai escalar o Everest, por exemplo, são feitas preparações para possíveis contratempos, mas não tínhamos nada disso. Nossa história fascina, especialmente no exterior. No Uruguai já estão acostumados, mas fora não. No ano passado por exemplo, eu fiz 102 palestras, em países sul-americanos, de Brasil a México, mas também em várias outras partes do Mundo”, explica ele.  As palestras são encomendadas por empresas, muitas delas seguradoras, para transmitir conceitos de superação e de que as pessoas devem estar preparadas para o inesperado.  O fascínio pela história pode ser explicado por alguns de seus elementos: os sobreviventes foram obrigados a comer a carne de alguns de seus companheiros mortos, além de terem suportado, graças a um inteligente e solidário sistema de divisão de tarefas, mais de dois meses em um dos ambientes mais inóspitos, sob temperaturas de dezenas de graus negativos.  Em 13 de outubro de 1972 Carlos era uma das 45 pessoas a bordo do voo fretado Força Aérea Uruguaia 571 que transportava a equipe de rúgbi Old Christians Club de Montevidéu para uma partida em Santiago do Chile.  Devido ao mau tempo, o avião se chocou contra uma montanha da Cordilheira dos Andes, na remota fronteira entre o Chile e a Argentina. Morreram 18 pessoas imediatamente ou nos dias que se seguiram e os outros não dispunham de alimentos, roupas ou remédios apropriados. A decisão de recorrer ao canibalismo não foi fácil. O sobrevivente Fernando Parrado conta em seu livro Milagre nos Andes que eles tentaram se alimentar até de tiras de couro rasgado de peças de bagagem antes de apelar ao canibalismo. Segundo Paez, decidir se alimentar dos companheiros mortos foi um dos piores momentos que eles passaram nos 72 dias antes da volta para a civilização, mas não o primeiro ou o mais terrível. O primeiro, foi o acidente em si e o segundo, quando ouviram 10 dias depois, que as buscas haviam sido abandonadas.  “Este foi o momento em que mudamos nossa história. Foi quando tomamos as rédeas de nossas vidas e, mesmo sentindo o desespero mais profundo, tomamos a decisão de sobreviver. Nos conscientizamos de que não poderíamos contar com ninguém e que teríamos que resolver sozinhos nosso problema”, disse Paez.  No entanto, as coisas iriam ainda piorar antes de melhorarem. Uma avalanche soterrou  todos por três dias. Mais oito pessoas morreram no incidente. O grupo decidiu então mandar uma expedição buscar ajuda, quando o tempo melhorasse.  A contribuição vital de Paez foi costurar um saco de dormir improvisado para que os dois escolhidos não morressem congelados. Após uma caminhada de dez dias, eles encontraram ajuda. A história rodou o mundo e virou filme. “Foi perigoso me tornar famoso aos 18 anos. Me entreguei ao álcool e drogas, até perceber que havia sobrevivido a tudo aquilo e seria idiota me entregar a um projeto de morte”, conta Paez.  “O acidente não me deixou traumas, mas me tornou uma pessoa muito melhor.” Ele conta que embora os sobreviventes não sejam os amigos mais próximos do mundo, o grupo se reúne de tempos em tempos . No aniversário de 30 anos, em 2002, eles disputaram uma breve partida de rúgbi contra o time chileno dos Old Boys, jogo que não aconteceu por conta do desastre.  
Sobreviventes dos Andes.
1972 O que fazia Hoje   em dia O que faz
José Pedro Algorta Durán - Aos 21 anos, estudava economia. Diretor de empresas, vive na Argentina e tem um blog no qual conta sua experiência de sobrevivência.
Roberto Jorge Canessa Urta - Tinha 19 anos e estudava medicina. Cardiologista, dá palestras sobre sua experiência.
Alfredo Delgado - Aos 24 anos, estudava direito. Funcionário público.
Daniel Fernandez - Tinha 26 anos e estudava agronomia. Engenheiro agrônomo, é também empresário e faz palestras.
Roberto Fernando François Alvarez - Aos 20 anos, estudava agronomia. É produtor agropecuário.
Roy Harley - Estudava engenharia mecânica aos 20 anos. Engenheiro industrial.
José Nicolás Inciarte - Estudava agronomia, tinha 24 anos. Engenheiro agrônomo, também dá palestras.
Alvaro Mangino Schmid - Jogava rúgbi em tempo integral, aos 19 anos. Técnico agropecuário, também é empresário e palestrante.
Javier Alfredo Methol Abal - Tinha 36 anos. É palestrante.
Carlos Miguel Paez Rodriguez -  Aos 18 anos, estudava agronomia. Técnico agropecuário, faz palestras.
Fernando Parrado - Estudava engenharia mecânica aos 21 anos. Produtor de TV e palestrante.
Ramon Sabella - Estudava agronomia aos 21 anos de idade. É empresário e palestrante.
Antonio Vintizin - Estudava direito aos 19 anos. É empresário e palestrante.
Gustavo Zerbino - Estudava medicina, aos 19 anos. Diretor de empresas e palestrante.
Eduardo Strauch - Estudava arquitetura, tinha 25 anos. Tem um estúdio de arquitetura e faz palestras.
Adolfo Strauch - Aos 24 anos, estudava agronomia. É produtor agropecuário e palestrante.